
...Voltaste…
...Trouxeste-me de volta a mim…
Todo o dia alimentei a esperança de te sentir de novo…
Preparei-me para ti, na ilusão de que viesses ao meu encontro…
Não esperava mais do que um abraço…
Não esperava mais do que uma palavra….
Não esperava mais que uma ou duas horas de conversa, talvez esquiva…
Não esperava mais que um café, com sabor a saudade…
…
“Diz-me uma coisa boa?”
“Nah…não digo coisas boas hoje…”
“Ohhh eu mereço…Já te dei 3…e tu nada….”
“Vá lá, não seja assim…”
“Onde estás?”
“Já passei Pombal…..”
…
“…Lindas, bom trabalho que eu tenho mais que fazer…Isa se fores ao café avisa……Estas gajas prendem-me sempre que aqui venho…. ( )”
Nem queria acreditar, que logo hoje, logo aquela hora, iria ficar sem bateria…nos telemóveis…
Corro para casa…
Chego finalmente, ponho o telemóvel a carregar…mando um kolmi…
Ligas…
“O que é que a menina dava agora por um beijo?”
“Ohhhh…onde estás?...Vendia a alma ao diabo!”
“Ouça lá…já que não me responde à primeira vou perguntar-lhe novamente…O que é que a menina daria, para que aquela miragem, deixa-se de ser apenas uma miragem?”
“Tu não me mentirias este tempo todo, pois não? Onde estás? Dava Tudo...Tu não me vais dizer………………………………………………………………………………..”
…
Uma porta…
Duas portas…
Olho…
Carro em segunda fila…
Corro…
Desligo o telemóvel…
Abro a porta…
Desço as escadas…
(as que nem me lembro de descer…)
(…)
TU
…Já não eras nenhuma miragem…
…Já não eras apenas uma imagem desfocada, que fiz questão de manter viva dentro de mim, e que me alimentava dia após dia…de todas as vezes que saía de casa…
…Já não eras fruto da minha imaginação, que tantas vezes me fez questionar, a minha sanidade…
…Tantas e tantas vezes sorri e falei, para um lugar de estacionamento vazio…e te disse “Amo-te”, sem que ouvisses…
…Tantas vezes fingi que me acompanhavas em cada percurso diário…
…Tantas vezes falei com Elas…na tentativa que me sentisses…
…Tantas vezes desabafei contigo sobre os assuntos do costume…
…Fizeste-me tantas vezes promessas sem saberes…
…Tantas vezes ouvi um Amo-te vindo bem lá do alto,(umas vezes deitado uma vezes em pé)…
…Tantas vezes te prometi, Amor Eterno…
…………………………………………………………………………………………………
“Mintaka, muito, muito…”
“…”
Um xi selou para sempre o nosso reencontro…
…Tão sofrido…
…Tão sentido…
…Tão nosso…
Não esperava nada mais que...E tive tudo isto….
Passamos horas e horas, a rever em cada um dos nossos olhares, a vontade de sermos um do outro, para sempre…
Juras de Amor…
Perdões…
Lágrimas…
Xi…
O Beijo…
Os Corpos…
A Alma…
O Acordar…
O Sorriso…
A Cumplicidade…
A Franqueza…
A Felicidade Real…
A Vontade…
A VERDADE…
...de tudo que vivemos, alimentou-nos, fez-nos acreditar…fez-nos fortes…fez de cada um de nós, o dono do outro, com uma certeza nunca antes tida…
Por isso sei…
…que este lugar (onde te misturo com as estrelas, e te mimo…), que foi cúmplice deste amor e deste regresso…será sempre onde me confessarei a ti…pelo que me fazes sentir, pelo que me fazes ser, pelo que me fazes sonhar…mas sobretudo pelo que me fazes realizar contigo…
…O Momento Certo, na Hora Certa…
Se ontem...esta música me fazia chamar-te em silêncio….
Hoje, dá-me a certeza de que me ouviste…
No me abandones así
hablando sólo de ti.
Ven y devuelveme al fin
la sonrisa que se fue.
Una vez más tocar tu piel
el hondo suspirar.
Recuperemos lo que se ha perdido.
Regresa a mí,
quéreme otra vez,
borra el dolor
que al irte me dio
cuando te separaste de mí.
Dime que sí
Ya no quiero llorar,
regresa a mí.
Extraño el amor que se fue,
extraña la dicha también.
Quiero que vengas a mí
y me vuelvas s querer.
No puedo más si tú no estás,
tienes que llegar.
Mi vida se apaga sin ti a mi lado.
[Chorus]
No me abandonas así,
hablando sólo de ti.
Devuelveme la pasión de tus brazos.
Foste único...foste (como sempre) perfeito...